Do Espírito
Letra
O Teu sopro achou-me dormindo
na minha jangada,
Pois vieste como terna brisa
pela madrugada.
Acordei e embalei-me no
vento em que não me prendias.
E sorrindo entreguei-te a
()
vontade de todos os dias.
De repente a jangada cresceu
e tornou-se cidade,
Já pequena demais para
acolher a gente que a invade.
Nas mãos dadas sentimos
Teu fogo abrasar corações.
Tua palavra é esperança que em nós
se transforma em canções.
Tu me embalas quando me persegues
()
E me impeles mesmo enquanto me recebes.
Tu me abalas no que me concedes
()
E me guias para onde me precedes.
Já não posso tranquilo dormir
nem parar um momento,
No caminho impossível demais,
se vai contra o Teu vento.
No Teu mar aprendi que ser
rico é dar o que sou,
Pois recebo o que dou,
se me entrego no que em mim ficou.
na minha jangada,
Pois vieste como terna brisa
pela madrugada.
Acordei e embalei-me no
vento em que não me prendias.
E sorrindo entreguei-te a
()
vontade de todos os dias.
De repente a jangada cresceu
e tornou-se cidade,
Já pequena demais para
acolher a gente que a invade.
Nas mãos dadas sentimos
Teu fogo abrasar corações.
Tua palavra é esperança que em nós
se transforma em canções.
Tu me embalas quando me persegues
()
E me impeles mesmo enquanto me recebes.
Tu me abalas no que me concedes
()
E me guias para onde me precedes.
Já não posso tranquilo dormir
nem parar um momento,
No caminho impossível demais,
se vai contra o Teu vento.
No Teu mar aprendi que ser
rico é dar o que sou,
Pois recebo o que dou,
se me entrego no que em mim ficou.