Calçada Branca

Informações

Nome do Cântico: Calçada Branca

Autor(a): Las Buraqueñas de Cristo

Inserido em: 31 de Outubro de 2022

C

Procurava alguém que gritasse meu nome

                 G

Em melodias estragadas, de montanhas sem cume.

Am

Rastejava em dor, chamava em vão

   F

E tudo o que eu tinha era o meu sangue no chão.


C

Alguém me encontrou, tomou os meus erros

                 G

Transformou-os em luz, sussurrando segredos.

Am

Deu-me a sua mão, falou-me do amor

          F

Que só é possível no perdão do Senhor.


               Am   C                 G

Reconstruo com pedra nova.


C

Eu ando descalça, em calçada branca

       G

O amor que me abriga, em perdão me levanta

              Am               F

E eu canto, e eu canto.


Olhando o mundo com uma visão nova

Recitando poemas escritos em prosa.

Larguei o rancor, parti em missão

De construir um poço e aos esfomeados dar O Pão.


Àqueles que viajam em Teu nome abrigar

Aos que na nudez se veem meu manto partilhar.

Pedir por aqueles que enterro em saudade

E consolar os que não vivem na Tua verdade.


Reconstruo com pedra nova.


Eu ando descalça, em calçada branca

O amor que me abriga, em perdão me levanta

E eu canto, e eu canto.


Am                                   F                           C  G

Que as minhas obras sejam em Teu nome. (x4)


Eu ando descalça, em calçada branca

O amor que me abriga, em perdão me levanta

E eu canto, e eu canto.

Procurava alguém que gritasse meu nome

Em melodias estragadas, de montanhas sem cume.

Rastejava em dor, chamava em vão

E tudo o que eu tinha era o meu sangue no chão.


Alguém me encontrou, tomou os meus erros

Transformou-os em luz, sussurrando segredos.

Deu-me a sua mão, falou-me do amor

Que só é possível no perdão do Senhor.


Reconstruo com pedra nova.


Eu ando descalça, em calçada branca

O amor que me abriga, em perdão me levanta

E eu canto, e eu canto.


Olhando o mundo com uma visão nova

Recitando poemas escritos em prosa.

Larguei o rancor, parti em missão

De construir um poço e aos esfomeados dar O Pão.


Àqueles que viajam em Teu nome abrigar

Aos que na nudez se veem meu manto partilhar.

Pedir por aqueles que enterro em saudade

E consolar os que não vivem na Tua verdade.


Reconstruo com pedra nova.


Eu ando descalça, em calçada branca

O amor que me abriga, em perdão me levanta

E eu canto, e eu canto.


Que as minhas obras sejam em Teu nome. (x4)


Eu ando descalça, em calçada branca

O amor que me abriga, em perdão me levanta

E eu canto, e eu canto.

Ainda ninguém gosta deste cântico.